Américo Vermelho > A bunda da Abertura
A História bem na Foto - 4
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A História bem na Foto - 6
(ou veja ao final a relação dos participantes).
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Qual é o valor que você dá a ela hoje em dia? Naquele momento teve algum significado especial?
Significado na história do país, naquele momento?... Eu acho que não. Ela foi vista só como uma foto desconcertante, que causa um estranhamento e que poderia ser traduzido como humor. Mas, ela não foi conseqüente a ponto de denunciar alguma coisa ou mudar o percurso histórico de alguém.
Rogério Reis > nasceu em abril de 1954 no Rio de Janeiro e descobriu a fotografia nas oficinas de arte do MAM-Museu de Arte Moderna, nos anos 70. Trabalhou no Jornal do Brasil (1977), no O Globo (1980), na revista Veja (1983), e participou do Grupo F4 de fotógrafos independentes dos anos 80. Durante 3 anos seguidos (85 a 87), fotografou Ayrton Senna para o Banco Nacional, a convite da agência de publicidade MPM. Foi durante 5 anos editor de fotografia do Jornal do Brasil (91 a 96). Em 1999 recebeu o Prêmio Nacional de Fotografia da Funarte. Inspirou e emprestou seu nome ao personagem do fotógrafo no filme Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, baseado no livro do escritor Paulo Lins. Em 2007 passa a integrar o grupo de fotógrafos do projeto da UNESCO, Our Place - the Photographic Celebration of the World's Heritage.É um dos fundadores da Tyba (1991), onde trabalha como editor de projetos especiais; autor do livro Na Lona, Editora Aeroplano (2001) e co-autor dos livros Revisitando a Amazônia de Carlos Chagas - Editora Fiocruz (1996) e Retratos de Outono - Editora Sextante (1999).



João Roberto Ripper > ingressou na carreira de repórter-fotográfico em 1972, aos 19 anos de idade, na Luta Democrática, o jornal de Tenório Cavalcanti. Passou em seguida pelo Diário de Notícias, a Última Hora, a sucursal carioca do Estadão e por O Globo, sem contar os muitos trabalhos como freelancer para vários outros jornais e revistas.Disposto a levar as pessoas a refletirem sobre a realidade brasileira, deixou O Globo e foi participar da criação da Agência F4, uma das agências que ajudou a “romper com a hipocrisia de que o jornalista é imparcial”.Deixando a F4, criou o Projeto Imagens da Terra, a fim de “seu grande sonho: a fotografia a serviço dos direitos humanos”. Registrou índios, seca no Nordeste, dramas sociais urbanos, exploração de carvoeiros e crianças, denúncias de trabalho escravo, entre outros temas.Após oito anos, deu partida, na mesma linha, a Imagens Humanas, projeto individual. Participa também do projeto coletivo Imagens do Povo, agência e banco de imagens do Observatório de Favelas, dando aulas na Escola de Fotógrafos Populares, no Complexo da Maré, Rio de Janeiro, para moradores de comunidades carentes, que fazem um trabalho documental sobre o local onde vivem.
Fonte: ABI Online, Em foco (http://www.abi.org.br/paginaindividual.asp?id=516)
